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País do Futebol

sábado, 24 de novembro de 2007

Ídolos - Quanta saudade

Há muito tempo que não se vê ídolos como se formavam antigamente. Será que a fonte secou? Não se vê mais por aí Pelés, Jairzinhos, Garrinchas, Rivelinos, Zagallos. O que se vê são projetos de ídolos. Podemos citar jogadores como, Rógerio Ceni no São Paulo, Dodô no Botafogo, Harley no Goiás ou Fernandão no Internacional, mas nunca irão chegar aos pés dos seus antecessores. A pergunta é: De quem é a culpa? Dos treinadores das categorias de base? Dos próprios jogadores? Ou da mídia?

Vamos ficar na torcida para que os futuros jogadores da nossa seleção não fiquem com medo de enfrenta-la. Ronaldo começou na seleção principal com 17 anos. Não tremeu, e hoje é ídolo nos clubes que passa. Pelé então, nem se fala, mais de 1.000 gols na carreira. Romário é outro que chegou ao milésimo e começou cedo na seleção.


Não estou aqui pedindo nenhum outro Pelé, nem outro Romário, nem outro Ronaldo. Só quero desejar boa sorte aos nossos novos jogadores, e que brilhem em seus times e seleções.

Que venha Alexandre Pato, Lulinha, Lucas, Bruno Dentinho, Kerlon, Guilherme e outros.


E que saiam Gilberto Silva, Mineiro, Josué, Gilberto e Vagnér Love. É hora de renovar com coisa nova. Esses aí, já passaram do seu tempo.

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